My Open Door

Tentando não ser apenas mais um blog, não sendo mais do que isso…

OPTOMETRIA… :)

09/05/2009 Publicado por niltontum | Uncategorized | | Sem comentários ainda

O verdadeiro chinelo…

22/01/2009 Publicado por niltontum | Cromice real | | Sem comentários ainda

Sem comentários….

22/01/2009 Publicado por niltontum | Cromice real | | 1 Comentário

O Mais Pequeno Conto de Fadas do Mundo

Era uma vez um rapaz que perguntou a uma linda rapariga:
- Queres casar comigo?
Ela respondeu:
- Não!!

E o rapaz viveu feliz para sempre, foi pescar, jogou futebol, conheceu muitas outras miúdas, visitou muitos lugares, estava sempre a sorrir e de bom humor, nunca lhe faltava dinheiro, bebia cerveja com os amigos sempre que estava com vontade e ninguém mandava nele.

A rapariga teve celulite, varizes, as mamas caíram e ficou sozinha.

FIM

21/01/2009 Publicado por niltontum | Piaditas | | Sem comentários ainda

optometria…:)

20/01/2009 Publicado por niltontum | Ciência, Cromice real | | Sem comentários ainda

Oftalmologia vs Optometria

Pareceu-me interessante publicar um comentário ao texto que o DR. Jorge Breda escreveu aqui. É incrível como uma pessoa de respeito e com aparente credibilidade perante a sociedade já para não falar do seu historial como profissional de saúde (que eu acredito ser dos melhores) consegue descer ao nível de atacar uma profissão a qual é reconhecida pela OMS como aquela que é responsável pelos cuidados primários à visão e que sempre teve como função trabalhar em conjunto com a oftalmologia e nunca fazer o trabalho desta. O profissional de Optometria é alguém que também tem uma licenciatura, que estudou para prestar os melhores cuidados a nível quer de refraccção, quer a nível terapêutico quer a nível de detecção de possíveis patologias e posterior encaminhamento para o profissional de saúde competente para para o seu tratamento: o oftalmologista. É lamentável ver as listas de espera no SNS para oftalmologia as quais poderiam ser altamente reduzidas se houvesse inter-ajuda entre estes dois profissionais… Enfim… Assim isto não anda para a frente…

23/09/2008 Publicado por niltontum | ETC | | Sem comentários ainda

Large Hadron Collider (LHC)

“Clic” e já está: hoje vai iluminar-se o túnel a 100 metros de profundidade, na fronteira entre a Suíça e a França, onde terá lugar uma experiência que pode ser tão importante como a chegada do homem à Lua: o Grande Acelerador de Hadrões (mais conhecido pela sigla em inglês, LHC) vai começar a funcionar, acelerando partículas subatómicas até velocidades que ficam apenas a um fio de cabelo da da luz. E para que é que serve tudo isto? Para tentar compreender a natureza fundamental da matéria.

É um projecto ciclópico, em vários sentidos. Em termos de engenharia, para começar: é a maior máquina do mundo, tão grande e sofisticada que não poderia nunca ser fabricada por uma única empresa, ou um único país. Envolve 6000 cientistas, levou uma década a construir e custou dez mil milhões de dólares – mas isso “é apenas 0,005 por cento do Produto Interno Bruto mundial durante esse período”, escreveu o físico Stephen Hawking na revista americana Newsweek. “Será que não podemos gastar dois centésimos de um por cento para tentar compreender o Universo?”, interroga.

Esta catedral subterrânea (onde caberiam várias Notre Dame de Paris) impressiona pelos números. São usados ali 9600 ímanes para forçar os feixes de protões e iões de chumbo a dobrarem as curvas deste túnel circular de 27 quilómetros de circunferência. Estes ímanes estão arrefecidos com 60 toneladas de hélio superfluido até uma temperatura ainda mais baixa do que a do espaço profundo: 271,25 graus negativos, perto do zero absoluto. É o maior frigorífico do mundo (na verdade, bastaria um oitavo da sua capacidade de refrigeração para ter esse título), mas no seu interior atingir-se-ão temperaturas 100.000 vezes superiores às do coração do Sol – embora concentradas num espaço minúsculo, inferior ao de um átomo.

É também o local mais vazio do sistema solar, diz o Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN), onde está alojado: as partículas subatómicas aceleradas viajam dentro de um tubo tão vazio como o espaço interplanetário: a pressão interna é dez vezes menor que na superfície da Lua, onde os astronautas saltam como cangurus quando tentam andar.

Construtores de catedrais

“O físico austríaco naturalizado americano Victor Weisskopf descrevia os grandes aceleradores de partículas que começaram a ser construídos nas décadas de 1950 e 60 como ‘as catedrais góticas do século XX’”, recordou o físico Lawrence Krauss, da Universidade Case Western (Ohio, EUA), num texto no jornal The Guardian.

“É uma boa comparação”, continuava Krauss. “As catedrais medievais empurraram os limites da tecnologia de então, absorveram o trabalho de milhares de artesãos e levaram gerações (por vezes séculos) a construir. Os modernos aceleradores de partículas envolvem milhares de cientistas de muitos países, que falam dezenas de línguas, e cujo trabalho individual tem de se combinar na perfeição com o dos outros, com uma margem de erro de milésimos de milímetros.”

Mas o LHC não é apenas uma colecção de números impressionante. Os seus objectivos são absolutamente esmagadores. O que se poderia dizer de uma máquina que pretende reproduzir as condições do Universo um bilionésimo de segundo após o Big Bang, o momento em que as sementes da matéria começaram a existir?

A matéria então ainda não era tal como hoje a conhecemos. Ainda não havia átomos, era tudo uma sopa de partículas fundamentais, hoje identificadas como quarks e gluões – um plasma extremamente quente, que preenchia tudo o que tinha começado a existir. Só quando o Universo começou a arrefecer se formaram átomos, primeiro de hidrogénio e hélio, e progressivamente outros mais pesados, à medida que iam sendo fundidos nas fornalhas das estrelas, pela fusão nuclear. Passados 13.700 milhões de anos, aqui estamos nós, a tentar compreender o que deu origem a tudo – e a fazê-lo com uma máquina, tentando reproduzir em laboratório as condições que se seguiram ao Big Bang.

Com o LHC, os cientistas procuram obter resposta para questões que continuam a vexar a humanidade. Por exemplo, como é que as coisas têm massa? Para terem essa resposta, procuram o muito falado mas nunca detectado bosão de Higgs, que já foi apelidado “a partícula de Deus.”

Maior criação de Deus

Não é de admirar que os cientistas falem de uma forma que raia o discurso religioso. “Esta máquina, o superacelerador, levar-nos-á tão perto como humanamente for possível à maior criação de Deus, o Génesis. É uma máquina do Génesis, concebida para estudar o maior acontecimento em toda a história: o nascimento do Universo”, escrevia, também no Guardian, Michio Kaku, professor de Física Teórica na Universidade da Cidade de Nova Iorque e divulgador de ciência.

Há também os que, como o Nobel da Física de 1979 Steven Weinberg, preferem dizer que as descobertas no LHC podem tornar Deus menos importante na nossa compreensão do Universo: “Se conseguirmos criar uma teoria final em que todas as forças e partículas são explicadas, e essa teoria ajudar a compreender o Big Bang e nos der uma cosmologia consistente, deixar-se-á menos à religião para explicar”, escreveu na Newsweek.

in Público 10/09/08

10/09/2008 Publicado por niltontum | Ciência | | 1 Comentário

ubiquidade na web

A Mozilla Labs acaba de lançar a versão 0.1 de Ubiquity, uma ferramenta para Firefox (versão 3.0 requerida).Ubiquity permite acrescentar ao navegador da Mozilla funções (open source) até aqui inimagináveis. Testei a instalação e as funcionalidades e é, de facto, muito curioso. Ora vejam:1561578?pg=embed&sec=1561578

Se pensarmos no tempo que passamos ligados a um browser, podemos, com Ubiquity, imaginar a economia de tempo e a flexibilidade que este projecto permite:
- embeber num mail um mapa (Google) automaticamente obtido por Ubiquity
- traduzir automaticamente um texto seleccionado num site e enviá-lo por mail

A grande novidade é a possibilidade de definir mash-ups individuais de conteúdos existentes na Web, e utilizá-los de uma forma intuitiva.

Como refere Enrique Dans no seu blog, com Ubiquity estaremos perante a tendência generalizada de tornar a Web mais social.

Ou, dito de outra forma, mostrar ao utilizador um mundo cada vez mais plano comunicativamente, onde o cruzamento da informação se faz de uma forma… indolor!
A idade da simulação por excelência!

09/09/2008 Publicado por niltontum | web | | Sem comentários ainda

Magalhães

“Começo com uma citação do artigo intitulado “Magalhães: Como funciona e para que serve?” (o título prometia) de Vieira de Carvalho no “Público” de ontem:

“A distribuição de computadores às crianças dos seis aos 11 anos, como instrumentos de escolaridade, constitui uma mudança de paradigma na aprendizagem. As potencialidades que oferece para o desenvolvimento cognitivo da população escolar são evidentes. Mas, para serem exploradas ao máximo, importa não subestimar um elemento de valor acrescentado (entre outros já considerados): software pensado de raiz. O que pressupõe a produção de conhecimento novo a partir do cruzamento de problemáticas distintas. As competências a mobilizar, no âmbito de projectos de investigação interdisciplinares, viriam, respectivamente: das áreas das Tecnologias da Informação, Engenharia de Sistemas ou Inteligência Artificial; das áreas da Psicologia, Pedagogia, ou da Educação em geral; e das áreas dos “conteúdos” (língua, cultura, artes ou expressões literárias e artísticas, Matemática, Ciências da Natureza, Saúde, Ambiente, etc.).

Agora que, por obra e graça da propaganda do governo, vai haver computadores “Magalhães” para todas as crianças da primária, parece que não se vai resolver nenhum dos seus problemas de aprendizagem, mas sim criar novos problemas: é preciso “software criado de raiz”. Mas para isso é preciso “conhecimento novo“, o que exige o “cruzamento de problemáticas distintas” (se fossem iguais como é que se iriam cruzar?), o que, por sua vez, exige “mobilizar competências” (palavra que em “eduquês” deve, como no caso presente, para não significar nada, ser associada a “interdisciplinares” e a “conteúdos”). Pobres crianças: bem podem esperar!”

(in blogs.publico.pt/dererumnatura)

04/09/2008 Publicado por niltontum | Educação | | 1 Comentário

SudoKube

Sudoku ao cubo

O SudoKube é o resultado da junção de dois dos mais viciantes quebras-cabeças: o sudoku e o cubo mágico de Rubik.

A única diferença deste gadget para o cubo inventado pelo húngaro Ernö Rubik está nas faces: as do SudoKube apresentam números em vez de cores.

O SudoKube resolve-se da mesma forma que um cubo de Rubik, sendo o objectivo colocar os números de 1 a 9 em cada uma das faces tal como numa grelha de sudoku.

Os mais preguiçosos podem encontrar dicas sobre como resolver o SudoKube neste site.

Preço: 9,98€

Onde comprar: Ingeniu

04/09/2008 Publicado por niltontum | Curiosidades, Dia-a-Dia | | Sem comentários ainda