My Open Door

Tentando não ser apenas mais um blog, não sendo mais do que isso…

Estarei eu mais perto da genealidade ou da loucura?!?!

“A muito se diz que há uma ténue linha que separa a loucura da genialidade. Eu digo que esta linha não é tão ténue quanto parece. É uma diferença clara, que salta aos olhos de um observador um pouco mais atento. Um louco, primeiramente, é quase um génio, e um génio na maioria dos casos é quase um louco, se não o é de fato.
O louco acha que todo génio é que nem ele, e por isso deseja avidamente se manter louco, para assim ser um génio. O maior objectivo de um louco no íntimo é ser genial. Todo bom génio sabe que existem milhares de anónimos iguais a ele, e que nem todos costumam posar para fotos com a língua para fora. Sabe que no quotidiano podemos passar ao lado de múltiplas mentes brilhantes sem ao menos reconhecê-las.
Quando se depara com um amontoado de cacos de vidro o louco logo começa a declarar que vê o mundo naqueles restos, que com eles poderia fazer canções e poemas. Este agita os cacos criando sons e faz arte. O génio, por sua vez, vê nos restos de vidro uma intricada teoria física sobre a acção das forças. Diria ele também que poderia fazer arte com aquilo, diferenciaria os tons dos cacos, os organizaria de forma sistemática, atribuir-lhes-ia propriedades sonoras, e então faria sua tão desejada canção.
O louco passa horas em discussões filosóficas póstumas com Hegel, enquanto o génio é o próprio Hegel. O louco é o centro das atenções, é o mito de uma cidade inteira. O génio chama atenção, pois não tem alternativa, é o motor do mundo. O louco veste-se diferente, fala de um jeito excêntrico e tem opiniões revolucionárias. O génio em geral está ocupado demais para saber como está vestido ou como está a falar, tem opiniões revolucionárias, mas sabe ver o que está certo no conservadorismo.
O louco tem ídolos, o génio tem fontes. O louco cita pensamentos, o génio escreve teorias. O louco absorve ideias, o génio cria-as. O louco vive num outro mundo, o génio vive em ambos. O louco não sabe o que faz, o génio sabe que não sabe o que faz. O louco é uma revolta, o génio é um avanço. O louco é um homem de raciocínio diferente, o génio é simplesmente um homem de raciocínio. O louco não tem medo de admitir suas convicções, o génio não tem medo de admitir seus erros. Quando o louco vê um problema, enxerga uma crítica, o génio enxerga uma solução. De médico e louco, todo mundo tem um pouco, de génio, a coisa fica mais difícil.”

Serei eu uma pessoa pessoa que perante os problemas procura a critica ou o problema, uma pessoa que se veste diferente ou uma pessoa que não o faz por falta de tempo…o que sou eu e o que virei a ser…neste momento sou um universitario atrapalhado com a frequencia que se aproxima mas que só pensa nos detalhes que nada têm a ver com ela, alem disso ainda sou um jovem que tem a cabeça a mil á mora devido a todos os seus pequenos pormenores, e espera esquecer todos esses pormenores detalhados de forma a safar-se na tal frequencia…talvez um gps de uma ajuda…lol…para os que ainda conseguem tirar tempo para ler estas barbaridades…uma boa semana

13/11/2007 - Publicado por kanjy6 | Pensamentos | | 1 Comentário

1 Comentário »

  1. Um escrito muito interessante acerca da complementaridade e cumplicidade que a loucura e a genialidade assumem reciprocamente.

    Boa sorte para as frequências, e continua vestido como estás… Porque até a roupa interior é um acessório!

    Comentário por Vitor | 13/11/2007 | Responder


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